Às vezes, parece-me que sua voz chega de longe até mim, enquanto sou prisioneiro de um presente vistoso e invisível,no qual todas as formas de convivência humana atingiram o ponto extremo de seu ciclo e é impossível imaginar quais as novas formas que assumirão. E escuto, por intermédio de sua voz, as razões invisíveis pelas quais existiam as cidades e talvez pelas quais, após a morte, voltarão a existir.  ( Italo Calvino, Cidades Invisíveis)

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