Hoje eu sou com a  sensacao de ser estrangeira no mundo de ser estrangeira  de mim mesma,

 

” minha incapacidade para pensar,observar, constatar, para me recordar, para falar  e participar da vida dos outros, torna-se cada vez maior; viro pedra…” ( Kafka)

“Senti nesse momento, com uma certeza que nao deixava de ser  dolorosa, que nem no proximo ano, nem no seguinte, nem em  nenhum  ano da minha vida, nao escreverei livro nenhum, seja em latim, seja em ingles e isso por uma razao bizarra e penosa…Quero dizer que a lingua em que talvez me fosse dado nao só escrever mas pensar, nao é o latim, nem o ingles, italiano ou espanhol mas uma lingua de que nem uma só palavra me é conhecida, uma lingua em que me falam coisas mudas…”

 

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