setembro 2009


Denise, mando uma possibilidade de texto.Leia de bom humor, leia de mau humor, e me diga o que achas? se acha cafona, pedante, poético, sem sentido no bom sentido no mau sentido, se não vale como sinopse, se vale, fale?! beijos! te mando e te ligo!  Felipe

Justo uma imagem

“Durante um tempo o menor possível de tempo, lhe atravessou uma imagem. Passou. Fugiu. Apareceu-lhe imediata demais para ser especial, passageira demais para ser taxativa, significativa de menos para ter importância: Pois por este silêncio de onde lhe recuam os signos,ela desejou,à revelia daquelas condições, que a imagem persistisse. Desde então forja sua volta, mas em seus gestos as imagens que atrai são sempre outras. Imediatas, sem significado, nada taxativas e outras.  Imagens outras, como aquela, sem lembrança ou vocabulário possível. Em cada gesto, uma procura; em cada procura a desatenção que lhe permite a fuga da imagem, aquela imagem, qualquer imagem.”

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é essa a imagem

é essa a imagem

mais uma
mais uma
outra imagem

outra imagem

justo uma imagem

justo uma imagem

Estou ainda dando voltas, tentando entender e fazer parte deste mundo que  se forma no virtual. Aqui perco a noção do tempo ,quero dialogar mas a maioria  do tempo me sinto perdida e quando desligo o computador e vou ler um livro descubro um texto e me encontro um pouco . Sinto por não entender tanta tecnologia, aqui não consigo circular, me sinto fixa.

… uma especie de precisão que o movimento poe  ao delimitar-se, deter-se, acabar.

o movimento desmonta e constroe  o espaço. Trazendo  a imagem de outro espaço dentro da percepção daquele  espaço que é delimitado pelo movimento.

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